segunda-feira, maio 31
Acervo recuperado para Biblioteca do Rio
A Cooperativa de Bibliotecários, Documentalistas, Arquivistas e Analistas da Informação (Data Coop) entregou, inteiramente recuperadas, 1.200 publicações que estavam fora do alcance do público, devido ao mau estado de conservação, à Biblioteca Pública do Estado do Rio de Janeiro. O material pertencia à Coleção Ferreira da Rosa - autor de “O lupanar”, livro que retrata o universo das prostitutas de origem judaica, vindas da Europa Oriental para o Rio no fim do século XIX. Entre o material recuperado estão exemplares dos jornais O Payz, O Brazil e Jornal do Commercio, inclusive o primeiro número, editados entre meados do século XIX e início do século XX, além de uma centena de obras raras.
domingo, maio 30
Domingo ... de descanso
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sábado, maio 29
De cabeça, nos livros
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sexta-feira, maio 28
Seis anos de cultura em Maricá
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Hoje a livraria abre um coração de leitores no Centro de Maricá. Vende livros, mas principalmente cuida dos leitores, seja na loja ou através da internet, no blog, ou em nosso informativo + Leitura. Todas nossas ações visam o melhor para o leitor. Indica um título aqui, outro ali; orienta onde se pode encontrar tal obra; procura entender a necessidade de cada um; recebe todos como amigos do livro. E mais ainda divulga, dia a dia, a preciosidade que é ler em qualquer idade.
Fidelidade, amizade e amor pelos livros e pela cultura fazem com que hoje estejamos dando parabéns a todos por uma livraria que, na cidade, é um coração cheio de cultura.
quinta-feira, maio 27
Um ‘crâneo’ com livros
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terça-feira, maio 25
Lei obriga escola ter biblioteca
Todas as escolas, públicas e privadas do Brasil, enfim, deverão ter biblioteca. A Lei 12.244, sancionada pelo presidente Lula, publicada hoje no Diário Oficial, determina que cada biblioteca deve ter, no mínimo, um título para cada aluno matriculado, e a organização, a manutenção e o funcionamento desses novos espaços devem ser definidos pelas instituições. Ainda segundo a publicação oficial, os acervos, que devem ser implantados no máximo em dez anos, devem contar com "coleção de livros, materiais videográficos e documentos registrados em qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, estudo ou leitura".
Em Maricá, desde 2004, quando foi inaugurada, a livraria Canto do Livro tem insistentemente tratado do problema através de sua publicação + Leitura e inclusive com doações às bibliotecas de escolas no município. As ações da livraria beneficiaram, entre outros, os acervos das escolas Carlos Magno e Joaquim Eugênio (foto acima) e a biblioteca do antigo Centro de Ensino de Itaipuaçu.
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quinta-feira, maio 20
CBL entrega na Câmara relatório sobre livro digital
A Câmara Brasileira do Livro (CBL) entregou hoje, na Câmara, durante o II Seminário do Livro e da Leitura no Brasil, relatório sobre livro digital, elaborado a partir dos debates realizados ao longo de um ano pela Comissão de Livro Digital da entidade. O relatório apresenta recomendações e considerações sobre a nova tecnologia, distribuídas em mapeamento do mercado; modelos de negócios; e aspectos legais, considerados os mais preocupantes pela CBL, uma vez que tratam de tributação, pirataria e modelo de comercialização.“É preciso garantir a justa remuneração dos diversos agentes da cadeia produtiva do livro. Sem tal providência, ficará difícil desenvolver e consolidar o mercado do livro digital. Segurança quanto à autenticidade e legalidade dos conteúdos também será fundamental, pois a digitalização de conteúdos editoriais suscitará facilidades à pirataria”, afirma Rosely Boschini, presidente da CBL
quarta-feira, maio 19
Livraria, pra quê?
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*Para entrar e roubar um livro quando o livreiro ou livreira estiver desatento
*Para comprovar um importante detalhe do programa Photoshop que tentamos baixar da internet e nunca conseguimos
*Para ler aos poucos aquele livro de bolso muito interessante, mas que não desejamos gastar um centavo em sua compra
*Para passar o tempo enquanto não chega a sua hora no dentista
*Para perguntar se tiram xerox
*Para saber se há um livro, “de capa azul bem clarinho”, que leu na infância e gostou muito. Mas não sabe nem o autor nem o título
*Para reservar um livro que na próxima semana já teremos esquecido que está reservado. E depois de meses ainda estar procurando o livro
*Para perguntar: “Posso dar uma olhadinha?” E cumprir o prometido. Passa tão rapidamente pela livraria que some logo pela porta
*Para se abrigar do toró repentino, e patinar toda molhada entre as estantes
*Para reclamar, injuriado: “Nunca vi uma livraria que não vendesse caneta e lápis!”
*Para descobrir, desanimado (a), que há tanto livro publicado que nem sabe por onde começar a escolher
*Para ouvir da jovem, obrigada a ler um livro recomendado pelo professor, que recusa a aceitar a nova edição: “Não é esse não, mãe. O livro tem capa diferente”, garante com sabedoria estudantil que ignora ainda as velhas histórias hoje apresentadas só com capas diferentes
*Para passar horas vasculhando os volumes e um e outro papo com os livreiros
*Para confundir livraria e igreja, ficar encantado com as prateleiras cheias de livros, as cores e os cheiros, e confessar por fim: “Não gosto muito de ler”
*Para pedir o livro que não existe. Como por exemplo querer o “D. Quixote”, de Alexandre Dumas, e ainda achar o livreiro um ignorante, porque explicou que só existe “D. Quixote”, de Cervantes
*Para achar que o livro ali está sempre esperando que tenha dinheiro para sua compra. E ficar chateado quando os outros compraram antes
*Para ouvir de gente humilde: “Chego aqui e me sinto no paraíso”
*Para garantirmos que o livro, que já reservamos em outras lojas da cidade, enfim poderemos ter em mãos... em todas elas
*Para o livreiro, quando fecha as portas todo o dia, ficar satisfeito de estar na melhor profissão com um mundo de amigos em papel e outros, quase tantos, a conhecer todo o dia
(Versão própria do original publicado aqui)
*Para comprovar um importante detalhe do programa Photoshop que tentamos baixar da internet e nunca conseguimos
*Para ler aos poucos aquele livro de bolso muito interessante, mas que não desejamos gastar um centavo em sua compra
*Para passar o tempo enquanto não chega a sua hora no dentista
*Para perguntar se tiram xerox
*Para saber se há um livro, “de capa azul bem clarinho”, que leu na infância e gostou muito. Mas não sabe nem o autor nem o título
*Para reservar um livro que na próxima semana já teremos esquecido que está reservado. E depois de meses ainda estar procurando o livro
*Para perguntar: “Posso dar uma olhadinha?” E cumprir o prometido. Passa tão rapidamente pela livraria que some logo pela porta
*Para se abrigar do toró repentino, e patinar toda molhada entre as estantes
*Para reclamar, injuriado: “Nunca vi uma livraria que não vendesse caneta e lápis!”
*Para descobrir, desanimado (a), que há tanto livro publicado que nem sabe por onde começar a escolher
*Para ouvir da jovem, obrigada a ler um livro recomendado pelo professor, que recusa a aceitar a nova edição: “Não é esse não, mãe. O livro tem capa diferente”, garante com sabedoria estudantil que ignora ainda as velhas histórias hoje apresentadas só com capas diferentes
*Para passar horas vasculhando os volumes e um e outro papo com os livreiros
*Para confundir livraria e igreja, ficar encantado com as prateleiras cheias de livros, as cores e os cheiros, e confessar por fim: “Não gosto muito de ler”
*Para pedir o livro que não existe. Como por exemplo querer o “D. Quixote”, de Alexandre Dumas, e ainda achar o livreiro um ignorante, porque explicou que só existe “D. Quixote”, de Cervantes
*Para achar que o livro ali está sempre esperando que tenha dinheiro para sua compra. E ficar chateado quando os outros compraram antes
*Para ouvir de gente humilde: “Chego aqui e me sinto no paraíso”
*Para garantirmos que o livro, que já reservamos em outras lojas da cidade, enfim poderemos ter em mãos... em todas elas
*Para o livreiro, quando fecha as portas todo o dia, ficar satisfeito de estar na melhor profissão com um mundo de amigos em papel e outros, quase tantos, a conhecer todo o dia
(Versão própria do original publicado aqui)
quinta-feira, maio 13
+ Leitura volta a circular
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quarta-feira, maio 12
segunda-feira, maio 10
O paraíso de todos nós
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“A minha ideia de paraíso é uma livraria”
A frase é do escritor Rubem Fonseca que está escrevendo seu primeiro prefácio. O texto será apresentação de uma obra reunindo contos de 18 funcionários da rede de livrarias Travessa, a ser lançada este ano pela Agir. Desde já todos querem ir para o paraíso de Fonseca e esperam com ansiedade o prefácio. A nota foi publicada na coluna No Prelo do jornal O Globo.
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