segunda-feira, junho 13

Biblioteca escolar em debate

Um dia dedicado ao debate da biblioteca escolar é o que está previsto para esta terça-feira durante o 13º Seminário de Literatura Infantil e Juvenil para se discutir a lei federal que determina que as instituições de ensino tenham uma biblioteca e suas implicações. O encontro “Biblioteca da Escola: agora é lei!” acontece no Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens, no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio.
Elizabeth Serra, secretária geral da FNLIJ, fará a abertura com “A importância da Lei Federal nº 12.244/2010”. Em seguida serão apresentados, entre outros, os trabalhos “O Olhar dos governos”, “Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) – Uma Avaliação Diagnóstica”, “Por um Brasil Literário – Lendo literatura na biblioteca escolar do Colégio Universitário Geraldo Reis-UFF.
O seminário ainda contará com trabalhos internacionais como “Leitores de tela: primeiros passos, primeiros vôos” (Sara Iglesias - Fundação German Sanchez Ruiperez, Espanha); “A biblioteca: um tema para todos na escola (Cecilia Bajour, Argentina) e
“Bibliotecas escolares e de salas de aula no México. São a lei? Estão na lei?” (Azucena Galindo Ortega – Diretora Geral do A Leer/IBBY, México).

Confira outros eventos no portal do Salão

sexta-feira, junho 10

Ornabi, uma vida em filme


Maior sebo brasileiro entre 1960 e 1980, reunindo 400 mil volumes, a livraria Ornabi (Organizadora Nacional de Bibliotecas), em São Paulo, fechou há tempos. Mas um pouco da história do espaço e do seu fundador, o português Luiz Oliveira Dias, ficou registrado no documentário "Livraria Ornabi", dirigido por Camilo Cassoli. A livraria chegou a ocupar três andares do Edifício das Arcadas, no Centro paulista, mas com o tempo ficou reduzida apenas a uma parte de um andar e resumida a um acervo de apenas 15 mil exemplares, comprados por uma universidade. Foram 62 anos de vida. O filme foi apresentado no ano passado em Cannes e na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Vale a pena assistir aqui

quinta-feira, junho 9

Biblioteca no campo de horrores!

“A maioria das pessoas no campo não sabia que ali, entre o barracão 5 e a secretaria, havia uma biblioteca (...)”. O ex-ministro da Cultura da França, o escritor espanhol Jorge Semprún (1923-2011), era então apenas o prisioneiro 44.904 do campo de concentração de Buchenwald, que enfrentava os horrores do local com a leitura.

quarta-feira, junho 8

Originalidade de uma ancestral blogueira


O homem chega à livraria descarregando pacotes e sacolas plásticas com livros. Quanto valeria aquela montoeira, obras que um dia formaram uma biblioteca particular de uma senhora leitora de esoterismo e autoajuda? Talvez à cata de descobrir uma raridade de valor para o livreiro pagar bem, pretende negociar. E eis que surgem as "preciosidades": perfeitos exemplares de hipertexto. Quando nem sequer sabia que estava em sintonia com o pensamento mais avançado da tecnologia da informação, como o filósofo norte-americano Ted Nelson, a leitora fez de cada volume um hipertexto. Exemplares e mais exemplares, lidos, anotados, com trechos sublinhados por canetas das mais diversas cores, ainda estavam com todos os espaços em branco, inclusive por trás das capas e orelhas, preenchidos por recortes de jornais e revistas. Todos referentes ao tema de cada livro - recortes de frases, notas, pequenas reportagens, até mesmo com trechos sublinhados.
Se as obras se tornaram especiais, pela interferência da leitora, única capaz de dar ordem na completa desordem em que se tornou cada exemplar, também ali se pode ver um blog muito especial e original, que a ancestral blogueira, nos anos 70, fez de cada exemplar lido.

terça-feira, junho 7

Súplica do livro

Não me manuseie com mãos sujas;
Não escreva em minhas páginas;
Não rasgue nem arranque minhas folhas;
Não apóie o cotovelo sobre minhas páginas durante a leitura;
Não me deixe sobre cadeiras ou lugares que não sejam meus;
Não me deixe com a lombada para cima;
Não coloque entre minhas folhas objeto algum mais espesso que uma folha de papel;
Não dobre os cantos de minhas folhas para marcar o ponto em que parou a leitura;
Use para isso uma tira de papel ou marcador apropriado;
Terminada a leitura, devolva-me ao lugar certo ou a quem deva guardar-me;
E ajude-me a conservar-me limpo e perfeito e eu o ajudarei a ser feliz.

(Texto divulgado nos anos 60 e 70 em filipetas de propaganda da livraria Império pelo livreiro Jorge Teixeira, no Rio. O folheto ainda indicava num mapa do Centro o endereço de todos os demais sebos da cidade)

segunda-feira, junho 6

Começou o Salão das crianças e jovens



Foi aberto hoje, apenas para professores, no Centro de Convenções SulAmérica, próximo ao prédio da Prefeitura do Rio, o Salão do Livro para Crianças e Jovens, organizado há 13 anos pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. O evento, reunindo 63 editoras em 72 estandes, deve atrair um público de até 50 mil pessoas durante 12 dias.


Entre os destaques do Salão, está o debate sobre a lei sancionanda no ano passado, que determina a instalação de bibliotecas em todas as escolas, privadas e particulares do País, em até dez anos. Segundo Elizabeth Serra, secretária-geral da FNLIJ, em entrevista ao jornal O Gl.obo, "essa é uma briga antiga da fundação. A educação brasileira nunca incorporou a biblioteca, conceito que existe em todo mundo, e não temos aqui".


Serra disse que por falta de hábito da cultura escrita não se aprende que existe uma biblioteca pública, "que tem como obrigação manter os alunos como leitores". E isso teria que ser exercitado na escola, não por salas de leitura, como é costume no Brasil.

sexta-feira, junho 3

Achado de livraria

Meu livro no sebo (Carta a Floriano Lopes)
O autor ofereceu, com sincera dedicatória, o seu livro de trovas ao velho amigo Floriano Lopes. Tempos depois, percorrendo uma casa de livros usados, lá encontrou o volume, com dedicatória e tudo. Comprou-o e, sob a primitiva, pôs esta nova dedicatória: «Ao FIoriano Lopes, com a insistência do Rangel Coelho». E remeteu-lhe o livro, acompanhado da seguinte carta:

Meu querido Floriano.

Um grande abraço.

Nesta carta apressada, que lhe faço,
venho contar-lhe a história algo bacana,
com que me diverti nesta semana.
Velho frequentador de livrarias,
encontrei numa delas, há três dias,
o meu livro de trovas - jóia rara
que, quando veio a lume, eu lhe ofertara.

Conhecendo você, logo percebo
que se meu livro foi parar no sebo,
a culpa não foi sua. Com certeza,
algum larápio, cheio de esperteza,
o retirou aí de sua estante
e se desapertou, passando-o adiante.
Quís o destino que, de face a face,
na velha livraria eu o encontrasse
em meio de outros livros - coitadinho!
como um canário que perdesse o ninho.

Encontrei-o, comprei-o. E, renitente,
ofereço-lho agora, novamente,
certo de que você, mais precavido,
para evitar os furtos de um sabido,
o guardará, visando a melhor sorte,
num cofre de aço ou numa caixa forte,
ou que talvez o ponha no seguro
contra possíveis roubos no futuro.
Conserve-o, caro amigo, sem desdouro,
como se se tratasse de um tesouro,
pois meu livrinho, embora obra bisonha,

guarda os sonhos de um velho que ainda
sonha, de um velho-moço, de um senil-mancebo
que, por ser limpo, tem horror ao sebo.
E aqui fica, depois deste conselho,
seu amigo de sempre
Rangel Coelho
(O texto de Rangel Coelho está em “Meu barro municipal”, publicado pela Arsgráfica
Editora, em 1977. Exemplar autografado faz parte do acervo da livraria. E apesar da carta, outro exemplar voltou para o sebo )

quarta-feira, junho 1

'Paraísos' à venda

A livraria que serviu de cenário para a comédia romântica ""Um lugar chamado Notting Hill" (1999), estrelada por Julia Roberts e Hugh Grant, está à venda. The Travel Book Shop (foto acima), especializada em livros de viagem, existe há 32 anos em uma das travessas de Portobello Road, no bairro londrino de Notting Hill. Como os filhos não querem dirigir a loja, o proprietário, que mora na França, decidiu acabar com o negócio, segundo anunciou o Bookseller.



Nos Estados Unidos, outra livraria do gênero vai fechar só a loja. Especializado em guias de turismo e mapas, o Globe Corner Bookstore, em Cambridge, está à venda desde novembro devido a problemas de saúde do proprietário. No entanto, a Globe continuará vendendo através da internet.

Um dos mascotes da loja destruída

Também o Ben Franklin Bookstore, conhecido como Worcester Antiquarian Book Center, fundado há 46 anos, no estado de Massachusetts, deveria fechar no segundo semestre. No entanto, um incêndio no último fim de semana, devido a um curto circuito, antecipou o fim da livraria. O fogo destruiu a loja, todo o acervo de raridades e ainda matou dois gatos que eram os mascotes do Ben Franklin.

terça-feira, maio 31

Velha crônica de mestre

Um livro*


Rubem Braga (1913-1990)


Então lhe aconteceu parar diante de uma grande vitrina de livraria. Parou de um modo quase mecânico, fatigado de ter caminhado tanto tempo pelas ruas do centro: e atraído pelos títulos. Lembrou-se que antigamente freqüentava livrarias; sabia as novidades que chegavam da Europa, encomendava livros de que via noticias em revistas estrangeiras, vasculhava lentamente os "sebos", horas e horas, escolhendo pequenas brochuras encardidas que o interessavam. E se lembrou do estranho fascínio que subitamente exerciam sobre ele certos assuntos – por exemplo, da impaciência dolorosa com que esperou ter dinheiro suficiente para comprar aquele grosso livro francês sobre hereditariedade, que folheava de vez em quando e namorava todos os dias.
Eram gostos arbitrários, que duravam semanas ou meses, e variavam de história das religiões a livros de aventuras polares. Várias vezes formou pequenas bibliotecas absurdamente variadas que ia dispersando ao sabor de suas mudanças e viagens. E quando distribuía esses livros por amigos ocasionais, na hora de arrumar a mala, sentia um grande prazer em se desfazer deles e de tudo o mais que possuía, de sair outra vez para outra cidade qualquer com sua pequena mala de poucas roupas, leve e livre.
Nunca aprendeu nada a rigor: acumulava noções úteis e inúteis sobre mil coisas, guiado apenas pelo capricho e pela curiosidade. Mas a verdade é que uma parte de sua vida estava nos livros, nos horizontes que eles abriam na vaga esperança de achar neles um caminho ou inspiração para não sabia o quê. E agora reparava – só agora reparava - que no turbilhão medíocre de sua vida que ia passando, ele se afastara dos livros, como quem insensivelmente vai deixando velhos amigos.
E agora ali, diante da vitrina cheia de novidades, e alguns antigos livros raros, sentiu uma vontade de comprar muitos volumes, de fugir para alguma casa do interior com longas tardes sossegadas, e passar os dias longe da vida, lendo, sem pensar mais nada.
Mas a idéia de comprar trouxe-lhe a idéia de dinheiro: pensou em duas dívidas desagradáveis, e saiu andando com uma espécie de raiva humilde, que era uma espécie de resignação.
*(Texto publicado em outubro de 1958 na extinta (infelizmente) revista Leitura)

segunda-feira, maio 30

Leitura em postal

Uma relíquia de livraria é este cartão-postal, impresso na Alemanha, reproduzindo o quadro "Perdido no mundo", de Otto Quante (1875-1947). Afinal somos todos perdidos pela leitura.

sexta-feira, maio 27

O caso dos 100 mil

"Cem mil downloads não equivalem a 100 mil exemplares roubados das prateleiras. Na verdade, equivalem a 100 mil pessoas folheando o livro enquanto estão na livraria ou na biblioteca"

(Cecilia Tan, editora norte-americana)


Ou 100 mil pessoas desfrutando de dois paraísos para a leitura, cercadas por outros milhares de livros.

quarta-feira, maio 25

Darwin, completo, em português

A obra completa do inglês Charles Darwin, que totaliza 20 títulos, pela primeira vez será integralmente traduzida para outro idioma. Segundo anunciou a editora portuguesa Planeta Vivo, o projeto é lançar dois títulos por ano. O biólogo Nuno Gomes explicou à agência Lusa que inicialmente a ideia era só editar a “Origem das Espécies”, que completou 150 anos em 2009, mas a editora resolveu pela edição completa de Darwin, considerando “importante mostrar obras que as pessoas não conhecem e que são verdadeiras preciosidades”. A ousadia mereceu a atenção da Universidade de Cambridge que já disponibiliza online, na página oficial de Darwin, as publicações em português.
Em junho, será lançada “Variação sob Domesticação I”, com prefácio de Nuno Ferrand, curador da exposição “A Evolução de Darwin”, organizada pela Universidade do Porto e, no mês seguinte, “A Ascendência do Homem”, título que “tem sido sempre mal traduzido para “A Origem do Homem”. Leia mais

Turcos batem recorde de leitura coletiva


Malatya, província no Sudeste da Turquia, famosa por suas plantações de damasco, também mostrou que é boa de leitura. Com a média de seis livros anuais no município de pouco mais de 700 mil habitantes, o governo promoveu um evento de leitura coletiva que entrou para o livro de recordes Guinness. A campanha “Malatya lê” reuniu 23.822 pessoas no estádio da capital, também chamada Malatya, de 480 mil habitantes, para ler o segundo capítulo de “Os miseráveis”, de Vitor Hugo, por 20 minutos.

O recorde é batido pela segunda vez na Turquia, uma vez que anteriormente Mersin, na costa mediterrânea, reuniu 15.440 pessoas em abril do ano passado. Com a conquista do recorde, as autoridades municipais agora promovem uma série de atividades envolvendo a leitura de autores turcos dentro da escola, inclusive com competições como “Leio melhor” e “Somos uma família de leitores”. Veja mais aqui

terça-feira, maio 24

Editora de sucesso agora descansa

O mundo é mesmo uma surpresa diária. Num momento em que se fala em novo formato para o livro que movimenta milhões, uma editora chilena de sucesso fabrica livros artesanais por prazer. E quando já não interessa mais, fecha a editora apesar dos pedidos até do exterior. A história da chilena Libros del Snark viveu por cinco meses com um sucesso de 60 exemplares, “O livro do duende Raúl”. O relato da editora que parou para descansar está aqui

segunda-feira, maio 23

Gigante pode ser vendida


A Barnes & Noble, a maior rede de livrarias do mundo, pode ser vendida por aproximadamente R$ 2,1 bilhões para a Liberty Media, que entraria no mercado livreiro aproveitando a venda de livros online e dos livros digitais. A rede norte-americana tem enfrentado a Amazon desde o ano passado sem sucesso e ainda vive uma luta interna entre o sócio fundador Leonard Riggio, com 30% das ações, e Ronald W. Burkle, amigo do ex-presidente Bill Clinton e playboy bilionário, que tem 19% de participação no capital.

(foto: Megaestore da livraria em Baltimore)

quinta-feira, maio 19

Livro e leitor, eterno caso de amor

"Sempre haverá um mercado para o livro em papel, assim como creio que sempre haverá livrarias" (John Makinson)



Numa garimpagem pela rede, pescamos um post excelente de Jaime Mendes (Livros,Livrarias, Livreiros ), traduzindo uma entrevista publicada pelo The Wall Street Journal com John Makinson, o diretor-presidente da Penguin Group, a divisão de livros da Pearson PLC, que publica mais de 4 mil títulos de ficção e não ficção no mundo. Makinson trata de e-books baratos, leitura digital e livrarias independentes. Do texto abaixo, dois trechos que destacam muito bem o envolvimento emocional entre o leitor e o livro impresso, garantia de que por um bom tempo ainda existirá, apesar da modernidade, esse ser que muitos querem ver extinto: o livreiro.


“Há uma diferença cada vez maior entre o leitor de livros e o proprietário de livros. O leitor de livros quer apenas a experiência de ler o livro e é um consumidor digital natural: em vez de comprar um livro barato descartável, compra um livro digital. Já o proprietário do livro quer presentear, compartilhar e guardar livros. Adora a experiência. À medida que formos melhorando o produto físico, em especial a brochura e a capa dura, o consumidor vai pagar um pouco mais por essa experiência melhor”.


“(...) as pessoas estão dispostas a pagar um preço maior numa livraria independente sabendo que podem comprar por menos em outro lugar. É que o consumidor tem um envolvimento emocional com a livraria, sente que a livraria está prestando um serviço público, não só comercial. Não vejo indícios de que as livrarias independentes se tornarão obsoletas”.

quarta-feira, maio 18

Livreiro é um livro


"Um livreiro quase é um livro. A mercadoria que vende se meteu tanto em sua vida que é difícil separá-las. Crescido entre livros, respira pó de livos, vê livros em todos os horizontes. Um livreiro é um homem que quando descansa lê; (...) quando passeia, se detém frente às vitrines de outras livrarias; quando viaja a outra cidade, outro país, visita livreiros e editores. O livreiro é o ser mais consciente da futilidade do livro e de sua importância"

Héctor Yanover, livreiro e poeta argentino (1929-2003)


terça-feira, maio 17

Sugestão para o inverno


Criado pela designer espanhola Andrea Ayala Closa, o cobertor já vem com mangas e luvas para quem gosta de ler na cama neste frio. O modelo é único para leitura a dois.

Boa leitura!

segunda-feira, maio 16

Livro na escola é manchete de + Leitura

“O livro tem que estar em sala de aula”. A afirmação é de Nádia Enne, coordenadora do projeto Magia de Ler, que recoloca o livro nas escolas de Niterói, em parceria com a Secretaria de Educação. A reportagem sobre a atuação municipal, sob o título “O livro reina nas escolas de Niterói”, se tornou manchete da edição de maio de + Leitura, editado pela livraria Canto do Livro, que este mês completa sete anos. A publicação ainda destaca a previsão do governo do Rio de Janeiro de inaugurar este ano mais duas bibliotecas-parques, em Niterói e na Rocinha, depois do sucesso com a abertura no ano passado da unidade em Manguinhos, recebendo mais de 500 usuários por dia.
Outro destaque da edição, que já circula em diversos pontos de Maricá e é distribuído na livraria, é a reportagem sobre as bibliotecas comunitárias do Recife que apesar de contar com bons acervos reclamam de falta de infraestrutura.

quinta-feira, maio 12

Barca para a leitura à beira da lagoa




A Barca dos Livros, projeto criado em 2003 à beira da lagoa da Conceição, em Florianópolis, amplia ainda mais a divulgação da leitura entre a comunidade. Além de atividades semanais, com cursos e oficinas, em sua sede, ainda promove passeios de barco com narração de histórias e música e todo final de mês, há quatro anos, tem Sarau de Histórias na Biblioteca Barca dos Livros. Acompanhe a Barca dos Livros